quando a cidade apagou sai caminhando pelas ruas escuras para chegar ao carro....não era medo o que eu sentia
sentia uma espécie de alegria malvada uma vingança escancarada contra cidades homens civilização excessos consumo desenfreado luzes desnecessárias
eu pensava nos bichos dos lugares mais ermos e gelados
nos seres vivos que se arrastavam por pedras negras
que nadavam em águas muito frias
na vida à mercê da natureza
mais tarde o silêncio era tão denso que se podia pegá-lo com as mãos um silêncio legítimo
perene
verdadeiro e assustador
oi, lindura!acabei de leressa postagem. obviamente adorei, mas o espantoso é que ainda ontem, célia e eu falávamos de coisas muito, muito parecidas -e com conclusões e sensações semelhantes.
ResponderExcluirdorocê!
bjo
querido Warde, eu me esqueço de que tenho esse blog, é incrível!
ResponderExcluirbeijos,